quinta-feira, 29 de abril de 2010

BUDISMO NO MUNDO CONTEMPORÂNEO

A teoria dos elementos de Jan Sholten - Encontro Homeopático em Curitiba

Nos dias 14 e 15 de maio de 2010, será realizado em Curitiba o XII Encontro Homeopático, com o título A Teoria dos Elementos de Jan Sholten. O encontro irá abordar o uso da Tabela Periódica como estratégia para a busca do medicamento homeopático. A apresentação será do Dr. Jordi Vila, um dos discipulos de Sholten, que vem de Barcelona especialmente para participar deste encontro. 
Informações:
http://www.escolahomeopáticadecuritiba.org/
Fone (41)33386316

terça-feira, 27 de abril de 2010

"O MÉDICO" - Rubem Alves


O vídeo "O médico" produzido em parceria pelo CFM e pelo CRM do Paraná é uma adaptação de crônica do livro O médico do escritor Rubem Alves que além de narrar a história, interpreta a figura do senhor que visita o médico e revive a admiração da infância.
O curta metragem traz o relato poético de um homem que se recorda do momento em que, criança e adoentado, visita o médico acompanhado pela mãe. Foi lançado durante o I Encontro Nacional dos Conselhos de medicina de 2010.
"O médico está disponível no site do CRM-PR http://www.crmpr.org.br/ no link downloads, ou na página do You Tube: www.youtube.com/user/crmpr

segunda-feira, 26 de abril de 2010

MAL ESTAR NA CULTURA: VISÕES CALEIDOSCÓPICAS DA VIDA CONTEMPORÂNEA

Oito décadas de Mal-Estar
 Para marcar os 80 anos de publicação da primeira edição de O Mal Estar na Civilização (ou na Cultura, de acordo com a tradução), começa hoje um projeto que mescla ciclo de palestras com curso online e vai discutir o legado das ideias de Freud na contemporaneidade em várias frentes. O projeto Mal-Estar na Cultura: Visões Caleidoscópicas da Vida Contemporânea, coordenado pela professora do Departamento de FIlosofia da UFRGS Kathryn Rosenfield, vai pôr em pauta, de abril a novembro, corpo, cidade, arte, literatura e até esporte, entre outros temas.
O formato do projeto pretende dar aos  inscritos mais do que uma simples palestra. De acordo com Kathryn, a dinâmica do evento mistura atividades e palestras pessoais com debates, leituras de documentos e artigos e gravações de depoimentos e leituras para serem acompanhados na plataforma online do evento, no endereço:

BIOGRAFIA DE SIGMUND FREUD


Sigmund Freud nasceu em Freiberg, Morávia (agora Pribor na República Tcheca), a 6 de maio de 1856. A família mudou-se poucos anos depois para Viena, fugindo de perturbações anti-semitas. Freud esteve indeciso entre as ciências e as humanidades; pretendia ser advogado. Um dos volumes da edição alemã das Obras Completas de John Stuart Mill foi traduzido por ele. Hesitou ainda na química, da qual passou à fisiologia mas decidiu-se pela medicina quando chegou à Universidade de Viena, em 1873 - não para ser médico, mas para dedicar-se à pesquisa. Contudo, porque não poderia se manter financeiramente como pesquisador, principalmente depois de casado (em 1886, com Martha Bernays), escolheu estabelecer-se como neurologista. Em 1885 Breuer, um colega vienense, lhe contou sobre os resultados espantosos de um novo tratamento que vinha usando para a histeria: a catarse de emoções através da hipnose, que faria o paciente recordar as circunstâncias de origem de sua doença. Freud adotou essa terapia e dez anos depois publicou com Breuer o relato dessas experiências, seguido de conclusões teóricas sobre seu funcionamento. Era a semente da psicanálise, ou quase: talvez fosse mais justo apontar o início da psicanálise freudiana na substituição da hipnose pelo método da livre associação, que Freud adotou logo depois. Nessa prática inovadora os aspectos clínicos, teóricos e técnicos estavam inter-relacionados. Em 1900 Freud publicou ´A interpretação dos sonhos´, que permaneceu sua obra favorita, e depois "Análises psicanalíticas do chiste". Seguiu ativo e sozinho na psicanálise por dez anos, até a fundação (em 1910) da Associação Psicanalítica Internacional. Até sua morte, aos 83 anos, Freud continuou escrevendo e pesquisando, e seu último livro foi ´Moisés e o monoteísmo´ (1939). Morreu em Londres (23 de setembro de 1939), onde se exilara depois da anexação da Áustria pelos nazistas. (Editora Imago)






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segunda-feira, 19 de abril de 2010

CALÊNDULA CONTRA RADIAÇÃO SOLAR

Testes realizados na Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP) da USP revelam que o extrato da calêndula (Calendula officinalis), planta originária da região mediterrânea entre Europa, África e Ásia, é eficaz para proteger a pele contra os efeitos da radiação ultravioleta emitida pelo Sol. Experiências realizadas com animais mostraram que as formulações contendo o referido extrato reduzem o estresse oxidativo causado pelos raios solares, promovendo efeito fotoprotetor e retardando o envelhecimento da pele.
Originária do Mediterrâneo, a calêndula foi adaptada às condições climáticas do Brasil e é usada popularmente como agente antiinflamatório tópico contra queimaduras, especialmente as provocadas pelo Sol.

sexta-feira, 16 de abril de 2010

CASTOREUM

O medicamento homeopático Castoreum  provém da bolsa escrotal do castor. Possui indicações semelhantes a Moschus ou seja,age no sistema nervoso,porém diferente de Moschus age nos sintomas que precedem a histeria. Essa secreção glandular do castor, é aromática e é secretada pelo animal nas plantas, para marcar seu território e também para seduzir as fêmeas.
A partir dessa glandula triturada é obtida a tintura aromática Castoreum usada na perfumaria.

NAJA TRIPUDIANS

A serpente de óculos é das mais venenosas que existe.No seu pescoço pode se perceber (talvez um pouco tarde) um desenho em forma de óculos. Seu veneno fornece um importante medicamento homeopático para  portadores de lesões nas válvulas cardíacas.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

COCCUS CACTI

Coccus cacti ou Cochinilha , é um inseto hemíptero que vive nas folhas de certos cactus do México e América Central. Para uso homepático, quando os insetos tenham alcançado o desenvolvimento desejado submerge-se os mesmos em agua fervente e seca-se ao sol ou no forno e após  pulveriza-se e macera-se em álcool, obtendo-se assim a tintura mãe.
Da fêmea se obtém uma tintura vermelho escarlate, o carmim.
Coccus cacti é um medicamento para a inflamação das mucosas respiratórias com tosse e sensação de cócegas na laringe.

MOSCHUS

A substancia odorosa conhecida como Moschus moschiferus, provém de um mamífero ruminante do gênero da cabra (cervo almiscareiro)que vive nas montanhas do Oriente e Sibéria, China e Tibet. A parte que o contém, é uma bolsa recoberta de pelos(glandula prepucial), de 9 a 10 cm de comprimento, situada no ventre do macho, perto das partes sexuais, ao redor do umbigo; o produto é pastoso, de cor preta, sabor amargo e odor forte e penetrante(almíscar). 
As tres primeiras dinamizações homeopáticas são obtidas através de trituração, sendo um medicamento para comportamentos histéricos (piti).

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Medicamentos Homeopáticos originários de Animais

ANFÍBIOS: Bufionidae - Bufo rana

ARACNÍDIOS: Tarentula hispanica , Theridium curassavicum, Aranea

INSETOS : Coleoptera -Cantharis vesicatoria
                   Himenoptera-Apis mellifica,Coccus cacti,Vespa,Formica.
                   Orthoptera -Blatta orientalis

(Imagem: Moschus)
MAMÍFEROS:  Moschus, Castoreum, Mephitis, Oleum animale, Hippomanes, Castor equi, Lac vaccinum, Lac defloratum, Lac caninum, Fel tauri, Fel vulpis, Pulmo vulpis.

RÉPTEIS:   Ofídios -   Crotallus horridus, Elaps corallinus, Naja tripudians, Bothrops, Lachesis muta, Vipera torva.

                  Radiados -Corallium rubrum, Spongia, Medusa, Badiaga
                  Moluscos - Sepia succus, Murex.
                  
NOSÓDIOS :Ambra grisea, Carcinosinum, Luesinum, Lyssinum, Medhorrinum, Psorinum, Pyrogenium,     Syphilinum, Tuberculinum.

SARCÓDIOS:  Hormônios - Folliculinum, Thyreoidinum.
                         Orgãos Secreções animais - Pulmo histaminum, Lac caninum, Moschus.
COMBUSTÃO: Carbo animalis. 
Ref: Metzner, Bárbara S. - Sintomas Característicos da Matéria Médica Homeopática Ed. Organon, SP, 2006.
Farrington, Matéria Médica Clínica; Albatros, Bs As, 1982.

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Sonho: janela de olhar para dentro

Sonhamos – é bom que estejamos sonhando
Seríamos feridos, se despertos
Mas, sendo representação, matam-nos
E, representando, gritamos
Onde o mal? Fora, morrem os homens –
Eis um truísmo de sangue;
Mas nós estamos morrendo em cena
E nunca se acaba o Drama
Com cautela, nos enfrentamos
E os olhos ambos abrimos
Para que o fantasma não perceba o engano
E a surpresa lívida
(...)
É mais prudente sonhar
Emily Dickinson
 
Em 1925, Freud escreveu um artigo chamado “Responsabilidade moral sobre o conteúdo dos sonhos”, e nele faz a si mesmo uma inquietante pergunta: tem o sonhador responsabilidade sobre o conteúdo imoral dos próprios sonhos?
A pergunta não se refere à forma como coisas aparecem nos sonhos: muito antes de Freud escrever sua “Interpretação dos Sonhos”, dando caráter científico ao entendimento dos sonhos pela psicanálise, os sonhos já eram interpretados de diferentes maneiras, o que significa que desde a Antigüidade já existia a percepção de que eles dizem mais do que aparentam. A pergunta de Freud refere-se justamente a este conteúdo que aparece no sonho sob disfarce, que precisa ser interpretado – pelo próprio sonhador – para aparecer.
Alguém poderia dizer: “se precisa de disfarce, boa coisa não deve ser”. De fato, se levarmos em conta os padrões pelos quais nos guiamos em nossa vida diária e “diurna”, os conteúdos “noturnos” dos sonhos podem ser avaliados como “maus”. Dizem respeito aos nossos desejos mais escondidos, nossas fraquezas, nossos temores, aos ódios que não conseguimos expressar, até porque nem sequer nos damos conta de que existem.
No entanto, eles estão ali, e como poderíamos dizer que não são nossos? A resposta de Freud à própria pergunta não deixa dúvida: “Sim.” E ele vai além, constatando o inevitável: “que mais poderíamos fazer com eles?”. A resposta de Freud aponta para uma direção: sim, o “mal” que possa existir em nós não apenas nos pertence, como é de nossa responsabilidade. Responsabilizar-se por ele significa olhá-lo, escutá-lo, prestar atenção a ele – como se fosse uma criança pequena, que precisa de vigilância constante até “criar juízo”. Não podemos terminar de vez com este “desconhecido” em nós, e negá-lo é perigoso: a tal criança arteira, solta, pode fazer grandes estragos contra os outros e contra si mesma. Se, no entanto, recebe atenção e cuidado, pode ficar mais educada e tratável.
O sonho é uma oportunidade, uma janela aberta todas as noites para que possamos olhar para o estranho que mora em nós. A mesmo tempo, sua forma disfarçada permite que nos aproximemos dele aos poucos, à medida que o interpretamos, como se amortecesse o
choque do encontro. Além disso, ele nos mostra claramente que responsabilidade não é culpa. Como já dizia Hans, um pequeno paciente de Freud, na sabedoria de seus cinco anos: “Pensar não é fazer”. Ou, nas também sábias palavras da poeta Emily Dickinson: “É mais prudente sonhar”.

Luciana Maccari Lara
Psicóloga e psicanalista

terça-feira, 6 de abril de 2010

CLASSIFICAÇÃO DOS VEGETAIS POR FAMÍLIAS BOTÂNICAS

Anacardiáceas: Anacardium orientale, Comocladia dentata, Rhus toxicodendron, Rhus glabra, Rhus aromatica, Rhus cenenata.

Berberidáceas: Berberís vulgaris, Berberis aquifolium, Podophylium peltatum, Caulophyllum thalictroides.

Compostas: Arnica montana, Chamomilla, Cina, Cineraria mar., Eupatorium perfoliatum, Eupatorium purpureum, Echinacea angustifolia, Erigeron can., Artemisia vulgaris, Absinfhium, Millefolium, Taraxacum, Abrotanum, Calendula off, Carduus marianus, Gnaphalium, Grindelia robusta, Gitaco, Lactuca virosa, Lappa major, Senecio aur., Solidago V.a., Tanacetum vulg., Wyethia helenoides.

Cucurbitáceas: Colocynthis cucumis, Bryonia alba, Elaterium.

Coníferas: Sabina, Terebínthína, Pix liquida, Thuya occidentalis, Abies nigra, Abies canadensis.

Cactáceas: Anhalonium lewinni, Cactus grandflorus.

Loganiáceas: Nux vomica, Ignatia amara, Gelsemium sem pervirens, Spigelia anthelmia.

Liliáceas: Veratrum album, Veratrum vinde, Sabadilla, Coichicum aut., Agraphis nutans, Ornithogalum umb., Paris quadr., Scilla mar., Tríllium pendulum.

Leguminosas: Balsamum per., Baptisia tinctonia, Bowdichea najor (Sucupira), Cesalpinea ferrea (Juca), Copaiva off., Dolichos Pr., Indigo, Lathyrus sativus, Melilotus off, Pluzseolus nana, Physostigma ven., Ratanhia, Dipterix adorata (Tonca), Trifolium pratensis, Trifolium rrepens.

Papaveráceas: Opium, San guinaria canadensis, Chelidonium majus.

Ranunculáceas: Aconitum napelius, Aconitum ferox, Heileborus niger, Clematis erecta, Paeõnia, Pulsatilla nignicans, Hydrastis canadensis, Staphisagria, Actea racemosa, Actea spicata, Ranunculus bulb., Ranunculus scel., Adonis vernalís, Aquilegia.

Rubiáceas: Cinchona, Ipecacuanha, Coffea, Rubia tinctonia.

Solanáceas: Beiladona, Hyoscyamus niger, Stramonium, Tabacum, Solanum dulcamara, Solanum lycopersicum, Solanum carolinense, Capsicum, Solanum oleraceum.

Umbelíferas: Conium maculatum, Cicuta vir., Oenanthe cr., Phellandnium aquaticum, Petroselinum, Asafoetida, Aethusa cynapium, Heracleum Sp., Hydrocotyle asiatica.

Fonte: Lacerda Paulo de; Vade Mecum de Medicina Homeopática Biomolecular e Homotoxicologia, MEDSI, 1998.

segunda-feira, 5 de abril de 2010

CONIUM MACULATUM

Conium maculatum nada mais é que a cicuta que Sócrates teve que beber após ter sido condenado à morte,acusado de corromper a juventude da Grécia 399 anos antes da era cristã.
Conium maculatum é um medicamento para induração das glândulas e paralisia.

NOTÍCIAS SÔBRE A GRIPE SUÍNA

Obrigada Emerson pelo seu comentário. Aproveito para divulgar o blog que você cita:
http://www.anovaordemmundial.com/search/label/gripe%20suina

quinta-feira, 1 de abril de 2010

ACTEA RACEMOSA - Actéia em cachos ou Cimicifuga

A Actéia racemosa foi inicialmente conhecida pelos índios da América que a utilizavam para afastar os percevejos de suas teepees, assim como para tratar das mordidas de cobra e dos distúrbios ginecológicos.
A Actea racemosa é um medicamento para as contrações musculares e cãibras, agindo principalmente nas costas e no músculo uterino.

Ref: Horvilleur Dr. Alain, Teste a Homeopatia de Ação Imediata Andrei Ed. SP 2008